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Postado em 03 de Março de 2015 às 13h52

Protesto dos caminhoneiros: Simec quer prazo especial para pagamento de impostos

     O movimento dos transportadores por melhores condições para suas atividades, e que reduziu ou paralisou grande número de empresas desde 18 de fevereiro, levou o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec) a defender prazo especial para o pagamento dos tributos vencidos no período. A entidade, para tanto, solicitou medidas junto às autoridades, por parte da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).
     Em contato com o vice-presidente Regional Oeste da federação, Waldemar Antônio Schmitz, o presidente do Simec, Carlos José Martinelli, pediu que a Fiesc mova uma ação em defesa das indústrias do Oeste. Através de ofício enviado à federação, o sindicato da indústria eletro-metalmecânica, que atua em 33 municípios do Oeste Catarinense, solicita atuação na esfera governamental para que as indústrias “possam postergar o prazo de recolhimento de tributos em, no mínimo, 60 dias, devido à greve dos caminhoneiros”.
     Considera o Simec que o movimento dos transportadores é justo, “mas impede o embarque da produção e ocasiona a falta de combustíveis, situação essa que obriga as indústrias a suspender, ou reduzir consideravelmente, a atividade produtiva”. Martinelli, que também é economista, acrescenta o argumento de que o faturamento da indústria cai e o fluxo de caixa fica extremamente comprometido.

 


Postado em 26 de Fevereiro de 2015 às 09h30

Palestra para setor metalmecânico tratará sobre conjuntura, cenários e desafios

Simec - Chapecó/SC      “Conjuntura socioeconômica atual, cenários futuros e os desafios do empreendedor de sucesso” é o tema de palestra organizada pelo Sindicato das Indústrias...

     “Conjuntura socioeconômica atual, cenários futuros e os desafios do empreendedor de sucesso” é o tema de palestra organizada pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec). Esses assuntos serão abordados pelo consultor e professor universitário Roberto Aurélio Merlo, em evento direcionado para o setor eletro-metalmecânico e que ocorrerá na próxima quarta-feira, 4 de março.
     Entre os assuntos que serão enfocados, estão a nova ordem fiscal, a realidade eco-nômica e financeira das empresas e as precauções necessárias, a conjuntura e-conômica atual e as empresas nesse novo cenário. Merlo também tratará sobre cenários futuros e os cuidados necessários na gestão dos negócios, a forte atuação do fisco e a responsabilidade do empresário, os cuidados e os controles internos necessários.
     Em função da legislação fiscal, também serão abordados aspectos relativos à Sped fiscal, Sped contábil, Sped folha de pagamento, nota fiscal eletrônica (NFe) e as demais ferramentas de cruzamento de dados. Outros assuntos que o palestrante falará referem-se ao cruzamento de informações, presença da fiscalização e projetos que estão em an-damento nos fiscos Estadual e Federal. Além disso, orientará quanto à tomada de deci-sões e a realidade econômica das empresas brasileiras, planejamento e controle e gestão com foco nos resultados.
     Os interessados em participar podem fazer a inscrição no Simec, pelo telefone (49)3323-3102 ou pelo e-mail simec@simeconline.org.br. Para os associados da entidade a palestra será gratuita e para não associados o investimento é de R$ 50,00.
Sobre o palestrante
     Roberto Aurélio Merlo é mestre em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em Contabilidade Gerencial, Auditoria e Custos e Conta-bilidade e Controladoria. Atua como diretor da Merlo Assessoria de Gestão Empresarial, é sócio diretor Administrativo da Franquiza, empresa especializada em desenvolvimento de franchising, e tem parceria de negócios da Wise, empresa especializada em soluções financeiras. 


Postado em 20 de Fevereiro de 2015 às 15h33

Simec e Senai orientam empresas sobre cursos de eletro-metalmecânica

Simec - Chapecó/SC      A realização de cursos para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais é uma das ações que o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas,...

     A realização de cursos para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais é uma das ações que o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec) vem realizando. Para tanto, desenvolve parcerias com outras instituições, lembra seu presidente, Carlos José Martinelli. A partir deste mês, uma série de cursos está prevista, com a organização do Senai de Chapecó, que está com inscrições abertas para cursos de curta duração, muitos deles para profissionais que atuam ou podem atuar nas empresas associadas ao Simec. Serão ministrados nas áreas de metalmecânica, eletroeletrônica e normas regulamentadoras.
     Na área de metalmecânica, os cursos ofertados são de: torneiro mecânico (160 horas/aula), programado para início em 24 de fevereiro; programador e operador de centro de usinagem (100 horas/aula), agendado para 23 de fevereiro; programador de torno CNC (60 horas/aula), para 28 de fevereiro; e soldador de TIG básico (40 horas/aula), previsto para 4 e 17 de março. Também são ofertados cursos para soldador MIG MAG básico (40 horas/aula), para iniciar em 19 de março, projetista de máquinas (1780 horas/aula), para 19 de março, e soldador e montador de estruturas metálicas (100 horas/aula), para 15 de abril.
     Já na área de eletroeletrônica os cursos ofertados pelo Senai são de: eletricista instalador predial (160 horas/aula), com início em 21 de fevereiro e 4 de março; eletricista instalador industrial (180 horas/aula), para iniciar em 21 de fevereiro e em 5 de março; eletrônica básica (100 horas/aula), com inicio em 7 de maio; e automação industrial (160 horas/aula), previsto para 2 de março.
     O Senai oferece ainda, aperfeiçoamento na área automotiva, com os cursos: alinhamento e balanceamento de rodas (40 horas/aula), que iniciará em 23 de fevereiro; mecânica básica de automóveis (100 horas/aula), previsto para 24 de março; mecânico de injeção eletrônica de automóveis (80 horas/aula), agendado para 28 de fevereiro; eletricista de automóveis (160 horas/aula), com início em 01 de abril; e mecânico de motores ciclo Otto (160 horas/aula), com início em 13 de abril.
     No que compreende as Normas Regulamentadoras, o Senai oferece curso sobre NR-10/Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade (40 horas/aula), programado para iniciar em 17 de março, e com 16 horas/aula para 3 de março. Já sobre a NR-11/Segurança na Operação de Empilhadeiras (16 horas/aula), o início do curso será em 12 de março, quanto à NR-13/Segurança na Operação de Caldeiras (40 horas/aula) com início em 23 de fevereiro e sobre a NR-35/Trabalho em Altura (8 horas/aula) a ser iniciado em 28 de fevereiro.
     Os interessados podem entrar em contato com o Senai através do telefone (49)3321-7300 ou pelo site www.sc.senai.br.


Postado em 13 de Fevereiro de 2015 às 13h53

Simec cobra ações da Fiesc sobre novas medidas provisórias e federação reivindica à bancada federal

Simec - Chapecó/SC      O Simec, como representante das indústrias metalúrgicas, mecânicas e do material elétrico de Chapecó e mais 32 municípios, busca, constantemente, melhorar o...

     O Simec, como representante das indústrias metalúrgicas, mecânicas e do material elétrico de Chapecó e mais 32 municípios, busca, constantemente, melhorar o desempenho das empresas do segmento que representa. Em virtude disso, realiza mensalmente reuniões com diretores associados, para discutir assuntos de interesse do setor. Entre os problemas enfrentados pela classe empresarial, incluindo o setor eletro-metalmecânico, estão o alto índice de atestados médicos que são apresentados pelos funcionários. Essa situação, de acordo com medida provisória que trata do auxílio-doença, irá gerar mais custo para as empresas, que terão mais 15 dias de encargos.
     Em decorrência disso, o Simec encaminhou ofício à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) com a solicitação para um posicionamento firme contra a aprovação definitiva da referida proposta. Hoje as empresas arcam com o custo de 15 dias de afastamento e depois o valor é pago pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Com a edição da medida provisória 664, as empresas passarão a ter o custo de 30 dias, para então a responsabilidade passar do empregador para o INSS, e não de 15 dias, como é agora. Além disso, será estabelecido um teto para o valor do auxílio, equivalente à média das últimas 12 contribuições e a situação tende a piorar para os empregadores, avalia o Simec.
     Para o Simec, conforme seu presidente Carlos José Martinelli, a ampliação do prazo em 15 dias com o custo do afastamento do funcionário “debilitará economicamente muitas empresas, ao lhes sobrepor custos que deveriam ser da Previdência”. Essa posição como sindicato filiado, recebeu encaminhamento da Fiesc, que discutiu o assunto em reunião da diretoria e encaminhou ofício, assinado pelo presidente Glauco José Côrte, a deputados e senadores catarinenses em Brasília.
     Segundo o documento da Fiesc, “o aumento do prazo onera o empregador e preju-dica a indústria nacional, razão pela qual solicita a atuação parlamentar para que permaneça a regra vigente atualmente". Em conjunto com a ação da Fiesc, está envolvida a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que vai apresentar emenda para que o prazo volte aos 15 dias. As instituições alertam que, além de a medida impor custo adicional à indústria num momento de conjuntura adversa, vai aumentar a carga tributária.
     Demandas regionais
     Ainda sobre encaminhamentos na Fiesc, o presidente do Simec, que participou de reunião mensal da diretoria da federação, indica que foram avaliadas como positivas alterações previstas na concessão do seguro-desemprego e pensão por morte, pois representam redução do uso do dinheiro público. Diante do posicionamento da Fiesc quanto às demandas, Carlos Martinelli considera que elas interessam a todos os sindicatos da indústria no Estado, entre elas a reforma tributária, a melhoria na infraestrutura, o avanço na qualificação profissional e questões relativas às mais diversas normas regulamentadoras. Diante disso, segundo ele, “a Fiesc vem atuando para buscar, via Confederação Nacional da Indústria e contatos políticos, atender estas demandas. É um processo lento, mas que vem sendo conduzido”.
     O empresário acrescenta que a federação é um canal de pressão institucional e política para atender as necessidades da indústria catarinense. “Temos de cumprir nosso papel localmente, com o fortalecimento do associativismo, levantando as necessidades e sugestões de estratégias que a Fiesc pode adotar a fim de buscarmos atendimento às reivindicações”, indica o presidente, exemplificando com a atuação da Fiesc quanto à Norma Regulamentadora 12, que vem preocupando o setor industrial em função de seu detalhismo e do custo embutido nas exigências. “Via Fiesc, que tem estrutura de suporte técnico à disposição dos sindicatos industriais, recebemos orientações dos requisitos básicos que cada indústria deve ter para evitar multas e fechamentos de empresas, bem como o alongamento nos prazos para a realização das adequações quando necessárias. A da Fiesc está de todos”, assinala Carlos Martinelli.