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Postado em 18 de Dezembro de 2015 às 14h43

Simec realiza doações de cestas de Natal para crianças do Ceim Minha Gente

Simec - Chapecó/SC     Uma ação social é realizada anualmente pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec). Desde 2006, a...

    Uma ação social é realizada anualmente pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec). Desde 2006, a entidade, graças à doação de empresários associados, leva a magia do Natal para as crianças do Centro Educacional Infantil Projeto Minha Gente, do Bairro Alvorada, com doces e a presença do Papai Noel.
   Nesta quarta-feira, o Ceim recebeu a visita do Papai Noel, representado pelo diretor Wanderley Esganzela, que entregou 300 cestas de doces para crianças do berçário e da pré-escola. Conforme a gestora do Ceim, Sueli Fátima Fazolo, a iniciativa do Simec é significativa: “Contar com essa parceria é muito significante e nos fortalece. Para as crianças faltam palavras, elas sempre esperam alguma coisa e o Simec nos proporcionou, juntamente com o Papai Noel, a alegria e magia do Natal, sem esquecer o verdadeiro sentido desta data”. Já o presidente da entidade, Carlos José Martinelli, que encerra o mandato no próximo dia 31, destacou como uma ação realizada dentro das propostas do Simec, que ocorrem todos os anos.
   As empresas que colaboraram com doações para a compra das cestas foram: Açoperfil; Auto Tork Mecânica Automotiva; Chicão Auto Peças; Eletromecânica Curtarelli; Engeaço; Indemafri; Injesul Plásticos e Matrizes Industriais; JA Indústria e Comércio de Máquinas; Lusale Metalúrgica; MRC Estruturas Metálicas; Scal Requinte; Traço Montagem e Instalações Industriais e; Usinox.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS  
Texto: Izabel Guzzon - extra@extracomunica.com.br | (049)3312-2572 

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Postado em 03 de Novembro de 2015 às 14h12

Simec tem eleita diretoria para gestão 2016/2017

Simec - Chapecó/SC      Através de chapa única, o Simec teve eleita na última quinta-feira, 29 de outubro, a nova diretoria que conduzirá a entidade no período de dois anos. Essa gestão,...

     Através de chapa única, o Simec teve eleita na última quinta-feira, 29 de outubro, a nova diretoria que conduzirá a entidade no período de dois anos. Essa gestão, definida em assembleia geral eleitoral, iniciará em 1 de janeiro de 2016 e transcorrerá até 31 de dezembro de 2017.
     Para presidência do Simec na próxima gestão foi eleito o empresário Mário Luís Nori de Oliveira, que substituirá o atual presidente, Carlos José Martinelli, que assumirá a vice-presidência, no lugar de Roberto Menta. Também foram definidos os membros do conselho fiscal, delegados representantes à federação e suplentes, totalizando 35 funções preenchidas.
     Na avaliação do presidente Carlos Martinelli, dirigir uma entidade como o Simec “representa uma grande oportunidade de aprendizado e compreensão das dificuldades vividas pelos setores envolvidos na atividade eletrometalmecânica”. Já o novo presidente destacou que dará continuidade ao trabalho desenvolvido pelo sindicato, bem como serão intensificadas as ações de fortalecimento entre os empresários e a Federação das Indústrias de Santa Catarina, além da valorização da formação profissional.
     O evento de posse da nova diretoria está programado para o dia 9 de dezembro, uma quarta-feira, às 20h, no Clube Recreativo Chapecoense.


Postado em 15 de Outubro de 2015 às 15h45

Entrevista - Planejar não é difícil, o difícil é implementar, diz especialista

Simec - Chapecó/SC    O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec) realizou, em 13 de outubro, a palestra “Planejamento de Cenários,...

   O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec) realizou, em 13 de outubro, a palestra “Planejamento de Cenários, Reflexão e Apoio ao Planejamento Estratégico”. O tema foi abordado por Jerônimo Lima, doutor em Administração de Empresas, com experiência em consultoria e educação corporativa, nas áreas de estratégia, modelos de gestão, gestão do conhecimento organizacional, empreendedorismo e inovação e desenvolvimento de lideranças. Jerônimo fala, nesta entrevista, sobre a importância do planejamento estratégico aliado à qualificação de pessoal, o ambiente de mercado e a necessidade de manter-se informado e de persistência pelos empresários.

   O bom planejamento estratégico
  Um planejamento estratégico para que seja realizado e bem sucedido deve, principalmente, girar em torno de boas informações. É muito difícil planejar, pensar no futuro sem ter uma base de conhecimento dos fatores que afetam a empresa. Assim, a primeira causa do sucesso é ter uma boa análise do macro ambiente econômico no qual a empresa está inserida, posteriormente do setor de atuação, analisando principalmente a concorrência direta, as necessidades e expectativas dos clientes e o poder de barganha dos fornecedores para, dessas análises, identificar as ameaças e oportunidades que a empresa pode capitalizar ou terá que enfrentar.
   Num segundo momento é importante analisar o ambiente interno para saber se existem processos suficientemente bem elaborados e pessoas qualificadas para prestar um bom serviço, realizar um bom trabalho e assim entregar valor para o cliente. Sem ter essa base de informações, pensar e planejar, não é possível avançar.
   Depois da questão de levantamento de informações, é preciso discutir o tipo de estratégia a ser adotada. A empresa pode competir com produtos que todos tem? E aí necessariamente ela vai competir em preço, porque vende quem vende mais barato, ou ela vai competir em diferenciação, apresentando produtos e serviços diferentes dos seus concorrentes? Essa é uma discussão que leva a uma escolha estratégica. A partir disso, é preciso que a empresa defina projetos e processos que vão conduzir suas escolhas de modo a realizá-las, considerando a necessidade de serem monitorados por indicadores de desempenho, para ter informações confiáveis se estão sendo bem feitos e, principalmente, se estão atingindo as metas propostas quando se definiram as estratégias a partir das informações levantadas.

   Como fazer o planejamento
   Planejar não é difícil, o difícil é implementar o planejamento que foi pensando. É preciso ficar monitorando o tempo todo a execução dos planos para ver se realmente eles estão sendo realizados conforme o combinado, seja em questão de prazo, orçamento e se esses planos contém ações suficientes para que as estratégias, os objetivos que a empresa se propôs, estão sendo atingidos. Esse monitoramento vai levar a uma análise que permitirá a tomada de ações preventivas ou corretivas para que a empresa então tenha a garantia que seu planejamento vai ser bem sucedido.
   Melhora do desempenho
   O desempenho das empresas é melhorado de duas maneiras: de um lado, tem que melhorar os processos, fazendo análises e melhoria para garantir que o que foi proposto ao cliente seja de fato entregue. De outro lado, as empresas precisam crescer e crescimento vem de projetos que contemplam inovações, então a melhoria no desempenho das empresas passa pela administração destas duas entidades: de um lado processo para garantir a entrega daquilo que foi prometido e do outro crescimento através de projetos que introduzam inovações nos produtos e serviços.

   Pagar suas contas/dívidas
 Isso diz respeito a uma conjuntura econômica nacional, mas também a planejamento, porque se não feita previamente uma previsão de gasto, por exemplo, com 130 salário, férias e com pagamento de impostos, a empresa não conseguirá arcar com seus compromissos e fica se endividando, pegando dinheiro em banco. Assim, o planejamento financeiro, via orçamento e tributário, são ferramentas que garantem que a empresa não fique inadimplente, que não tenha problemas com contas a pagar e dívidas de um modo geral.

   Cenário econômico e gestão
  Sim, há dificuldades, principalmente no que diz respeito às mudanças, pois as enfrentamos o tempo inteiro, sejam de caráter econômico ou de políticas governamentais. Exemplo é a recente situação com o caso da energia elétrica: hoje muitas empresas sofrem com o valor alto que pagam a conta de luz. Em conjunto disso, com a ascensão do governo do PT ao poder, ocorreu o reforço econômico das classes C e D. Tivemos uma massa de consumidores que veio para o mercado que antes não consumia, por exemplo, os produtos que a classe B consumia. Essas são mudanças do ponto de vista da demografia, mas também ocorrem mudanças tecnológicas. Hoje em dia se a empresa não melhorar os processos automatizando, buscando em hardware, software, em automação, ficará ultrapassada rapidamente e não conseguirá alcançar os concorrentes que se antenaram para isso. Essas mudanças acabam prejudicando o crescimento das empresas se elas não se planejarem para isso.

   Conselho aos empresários hoje 
  Os empresários precisam ter persistência nas suas decisões, a crise vai passar, nós não vamos viver essa crise permanentemente. Nas empresas que faço consultoria, sabendo que a situação não está boa lá fora, elas estão se estruturado internamente, analisado e melhorado seus processos, reduzindo os custos, capacitando pessoal e investindo em tecnologia. Dessa forma se tornam mais consistentes para enfrentar o mercado que vai estar melhor daqui a algum tempo. O meu conselho é que não desanimemos neste momento, que as empresas continuem investindo em capital humano, em tecnologia, em pessoas qualificadas, que façam um bom trabalho. Esse conjunto de preocupações com as pessoas, com a tecnologia, com o planejamento, com o modelo de gestão do negócio de um modo geral, com o crescimento e a inovação, tem que ser uma preocupação constante do empresariado. 


EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 15/10/15 Texto: Izabel Guzzon - extra@extracomunica.com.br | (049)3312-2572 *Simec Entrevista


Postado em 24 de Setembro de 2015 às 09h26

Simec se manifesta contra a mudança na destinação dos recursos do Sistema S

Institucional (9)

Entidade do setor eletrometalmecânico quer posição dos parlamentares

Uma posição radicalmente contra a intenção da proposta do governo federal de fazer mudanças na destinação da contribuição das empresas para os órgãos do chamado Sistema S foi manifestada pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec). Nesse sentido, a entidade enviou ofício aos deputados federais e senadores de Santa Catarina.

A proposta integra as medidas do pacote fiscal criado pelo governo federal e afetam nove entidades que integram o Sistema S, que são o Senai, Sesi, Sesc, Senac, Senar, Sescoop, Sest, Senat e Sebrae. Pela intenção do governo, 30% dos recursos provenientes da contribuição compulsória das empresas ao Sistema S, prevista na Constituição Federal, seriam remanejados para a Previdência Social, além do aumento da contribuição previdenciária incidente sobre a folha em 0,9%, o que representaria R$ 8 bilhões.

No documento, o Simec alega que o uso desses recursos para fins como cobrir o rombo da Previdência Social, caso concretizado, irá configurar um enorme prejuízo para entidades como Senai e Sesi, “que vem prestando inestimáveis serviços de educação e de inserção social”. O ofício, assinado pelo presidente do sindicato, Carlos José Martinelli, argumenta que a medida proposta “se configura como uma manobra totalmente injustificável, que pode fazer o Brasil e a população beneficiada perder inúmeros serviços prestados pelo Sistema S, inclusive sem depender de recursos públicos”. Também indica que, sem o Sistema S fortalecido, perde-se muito na formação profissional, na saúde e na qualidade de vida.

Possíveis perdas no Senai e Sesi
A diminuição dos valores repassados às instituições pode causar o fechamento de milhares de vagas em cursos profissionais e de educação básica por ano. Além disso, unidades do Sesi e Senai poderão fechar as portas e haverá demissão de trabalhadores. Estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que, se a proposta for aprovada, pode comprometer - nos programas de educação, saúde e segurança do trabalho e qualidade de vida -, o atendimento a 1,2 milhão de alunos do ensino profissional pelo Senai e 1,5 milhão de trabalhadores pelo Sesi, em todo o país. As duas instituições estimam, ainda, que terão de demitir cerca de 30 mil trabalhadores em suas unidades no Brasil.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 24/09/15