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Postado em 17 de Setembro de 2015 às 09h24

Presidente do Simec avalia evolução do emprego em 2015

Setor eletrometalmecânico mostra adequação à demanda

    “Ações de redução dos investimentos públicos, contenção de despesas, encarecimento do crédito e novos requisitos para a liberação de financiamentos, entre outros, têm afetado diretamente a indústria de transformação do país como um todo.” Essa é a avaliação do presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec), Carlos José Martinelli, sobre o período de severos ajustes que o Brasil passa, tanto no âmbito fiscal quanto monetário. Para o empresário, que também é economista, os números relativos à variação do emprego vêm assustando o mercado, mas algumas regiões têm conseguido, até agora, suportar a crise e até ampliar o número de trabalhadores.
     Diante do quadro, o Simec fez uma análise dos dados relativos à variação dos empre-gos fornecidos pelo sistema Caged, do Ministério do Trabalho, referentes ao período de janeiro a julho deste ano, nas atividades do segmento eletrometalmecânico. Um dos re-sultados é de que em sua base de atuação regional, de 33 municípios, existe o saldo po-sitivo de 2,97% na geração de novas oportunidades de emprego. Nesse aspecto, o presidente do Simec indica que na microrregião de Chapecó o emprego permanece quase estável, no setor, enquanto Santa Catarina e o Brasil tiveram retração de 3,92% e 5,46% respectivamente. Martinelli acrescenta que em nível nacional “um fator que pode explicar tal comportamento está na situação das montadoras de veículos, que, associadas à ca-deia de produção, vem demitindo continuamente”.
     Capacidade x oportunidades
    Quanto à estabilidade na região, o empresário e economista destaca que tais resultados na base de atuação do Simec podem ser justificados pela capacidade dos empreendedores locais de encontrar oportunidades em meio a crises e à antecipação deste período de dificuldades, que vem sendo discutido entre os associados da entidade há mais de um ano. “Desde o ano passado o sindicato tem realizado discussões acerca do futuro da economia, em decorrência das falhas no planejamento micro e macroeconômico, como são exemplos o aumento no custo da energia elétrica e o escasseamento do credito para a comercialização da produção, ou seja, para quem estava atento não foi uma novidade o atual cenário brasileiro.”
     A tendência é de retração nos índices de emprego para os próximos períodos, o que certamente em determinado momento exigirá cortes mais profundos nas estruturas de produção, prevê Carlos Martinelli. “Mais uma vez, o empresário do setor eletrometalmecânico do Oeste Catarinense está sendo colocado à prova, mas demonstrará toda a sua capacidade de se reinventar e aproveitar as oportunidades”, enfatiza o presidente do Simec.


EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 17/09/15

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