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Postado em 08 de Agosto às 10h32

Todos são a favor da inovação, mas há empresas que não prezam por isso, destaca especialista

Diálogo para inovação foi tema de workshop realizado nesta terça-feira, 7 de agosto, em Chapecó. Numa iniciativa conjunta do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/SC), entidade do Sistema Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) e do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec), o especialista em gestão empresarial e superintendente do IEL/SC, Natalino Uggioni, dialogou sobre o assunto com empresários e outros profissionais.

Uggioni começou detalhando que no aspecto causa x efeito a inovação é o efeito da evolução das empresas e nada mais é do que um auxílio para organização. Ele citou que há dois tipos de inovação mais usados nas empresas: a inovação incremental e radical. Quanto a isso, destacou que a tecnologia incremental inclui algo novo aos poucos e não deixa espaço para a inovação de ruptura, enquanto a inovação radical é totalmente nova. Assim, classificou que as duas formas são certas, mas cada empresa tem que ver onde se encaixa.

O palestrante também enfatizou que atualmente todo mundo é a favor da inovação, mas muitas empresas prezam em destruí-la. O IEL faz o trabalho de desmistificar a inovação nas empresas, como forma de qualificar e fazer o enquadramento da inovação e discutir junto aos empresários se determinada empresa tem equipe e infraestrutura para desenvolver determinado projeto.

Complementou dizendo que a maioria das empresas pecam por não ter um diagnóstico, e que é fundamental ter ideias inovadoras e limite de crédito. Sobre a presença da inovação nas empresas, afirmou que sistemas corporativos de inovação podem ser tão eficientes e comuns quanto os sistemas da qualidade. Quanto à essa presença, Natalino Uggioni deu o recado aos empresários orientando que se a empresa não for inovadora o mercado vai dar o recado. 

Empresários preparados 
O presidente do Simec, Adilson Campos, destacou que a promoção do Diálogo da Inovação foi uma forma de auxiliar os empresários para estarem melhor preparados. Com isso, acrescentou o dirigente, será possível melhores oportunidades para as empresas inovarem, bem como terem melhor conhecimento dos recursos que são destinados ao fomento da inovação.


EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 8/08/18


Postado em 08 de Agosto às 10h31

Todos são a favor da inovação, mas há empresas que não prezam por isso, destaca especialista

Diálogo para inovação foi tema de workshop realizado nesta terça-feira, 7 de agosto, em Chapecó. Numa iniciativa conjunta do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/SC), entidade do Sistema Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) e do Sindicato das Indústrias Metalúrgi-cas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec), o especialista em gestão empre-sarial e superintendente do IEL/SC, Natalino Uggioni, dialogou sobre o assunto com empre-sários e outros profissionais.
Uggioni começou detalhando que no aspecto causa x efeito a inovação é o efeito da evo-lução das empresas e nada mais é do que um auxílio para organização. Ele citou que há dois tipos de inovação mais usados nas empresas: a inovação incremental e radical. Quanto a isso, destacou que a tecnologia incremental inclui algo novo aos poucos e não deixa espaço para a inovação de ruptura, enquanto a inovação radical é totalmente nova. Assim, classificou que as duas formas são certas, mas cada empresa tem que ver onde se encaixa.
O palestrante também enfatizou que atualmente ?todo mundo? é a favor da inovação, mas muitas empresas ?prezam em destruí-la?. ?O IEL faz o trabalho de desmistificar a inovação nas empresas, como forma de qualificar e fazer o enquadramento da inovação e discutir jun-to aos empresários se determinada empresa tem equipe e infraestrutura para desenvolver determinado projeto?. Complementou dizendo que ?a maioria das empresas pecam por não ter um diagnóstico, e que é fundamental ter ideias inovadoras e limite de crédito?. Sobre a presença da inovação nas empresas, afirmou que sistemas corporativos de inovação podem ser tão eficientes e comuns quanto os sistemas da qualidade. Quanto à essa presença, Natalino Uggioni deu o recado aos empresários orientando que se a empresa não for inova-dora o mercado vai dar o recado.
Empresários preparados
O presidente do Simec, Adilson Campos, destacou que a promoção do ?Diálogo da Ino-vação? foi uma forma de auxiliar os empresários para estarem melhor preparados. Com isso, acrescentou o dirigente, será possível melhores oportunidades para as empresas inovarem, bem como terem melhor conhecimento dos recursos que são destinados ao fomento da inovação.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 8/08/18

Postado em 01 de Agosto às 14h20

Diálogo para inovação será tema de workshop no Simec

Auxiliar as empresas a estarem preparadas para inovar e acessar recursos de fomento à inovação. Esse é o objetivo pelo qual o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó (Simec), em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade do Sistema Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina), realizará na próxima terça-feira, 7 de agosto, às 17h, o workshop Diálogo para Inovação.

Voltado para gerentes, diretores e coordenadores que atuam nas empresas, o workshop ocorrerá no auditório do Simec. As orientações serão conduzidas por Natalino Uggioni, mestre em Engenharia de Produção. Desde agosto de 2005 ele é responsável pelo IEL/SC, entidade de caráter técnico cultural e educacional que tem como foco promover, estimular e articular a parceria entre indústrias, instituições de ensino e pesquisa e entidades governamentais, além do fomento à inovação.

Com vagas limitadas, as inscrições para participar do workshop Diálogo para Inovação são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone (49) 3328-9425 ou através do e-mail iel.chapeco@ielsc.org.br.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 01/08/18


Postado em 31 de Julho às 15h33

Visita técnica amplia conhecimento empresarial

Observar em pleno funcionamento o ambiente de uma empresa que se destaca pela atuação no mercado, de forma a verificar o trabalho que realiza e as experiências acumuladas, conhecer sua organização e dinâmica de atividades e ampliar conhecimentos. Essas são as finalidades do programa Visita Técnica Simec, iniciativa do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Chapecó e que teve nova edição nesta terça-feira, 31 de julho.
A nova visita foi feita à Hightech, em Chapecó, que atua há 30 anos e tem destaque nacional e internacional na produção de equipamentos frigoríficos de alta performance. Entre eles estão desossadoras, misturadores, trocadores de calor, quebradores, moedores, massageadores, embaladoras e emulsificadores. Na linha de desossadoras, atualmente a empresa responde por 90% do mercado latino-americano.
Fundada em 1988 pelos empresários Gerson Luiz Maffi e Amauri Coelho, a Hightech iniciou sua atuação através da assistência técnica e execução de layouts para frigoríficos e depois passou a produzir equipamentos para indústrias processadoras de aves, suínos e bovinos. A primeira máquina foi uma desossadora mecânica e após passaram a ser produzidos outros equipamentos para o processamento e industrialização de carnes, como para linhas de preparo de linguiça, salsicha, mortadela, presunto e hambúrguer.
Inovação e desafios
Conforme explanou Gerson Maffi para os visitantes, entre os desafios atuais do mercado, está a especialização em determinados equipamentos diante do custo e do sistema de compras que o mercado apresenta. Outro desafio, para o empresário, é produzir para competir com equipamentos estrangeiros. Em termos de perspectiva, o Maffi indicou a continuidade de inovações na área de atuação, mediante novas soluções para atender as demandas do mercado.
Acompanhado de um grupo de 20 empresários, o presidente do Simec, Adilson Campos, cumprimentou os diretores pelo trabalho realizado pela Hightech. Segundo ele, ?com a visitação, os empresários da indústria eletrometalmecânica ampliam a integração setorial e implementam o conhecimento quanto ao que é feito no segmento, a forma de organização e a dinâmica de atividades das empresas?.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 31/07/18